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Nesta semana, falamos sobre situações em que não é possível aguardar o início espontâneo do trabalho de parto. Trazemos hoje a história da Roseline Arnhold, para ilustrar que, quando necessária, uma indução bem indicada pode evitar maiores riscos e ainda assim possibilitar um parto normal e satisfatório! Seu relato nos mostra como a indução do seu parto ocorreu de forma tranquila e foi realizada com coerência, paciência e competência.

Antes de engravidar, Roseline já sonhava como seria seu parto. Por muito tempo, ela se dedicou a estudar e pesquisar informações sobre o parto natural e quando engravidou, já havia até escolhido sua médica. Durante a gravidez, Roseline fez questão de manter uma alimentação saudável e equilibrada, uma rotina de exercícios (ela fazia hidroginástica!) e frequentar cursos que a ajudaram a se preparar para o parto.

“No último trimestre encontrei minha querida Doula. Trocamos muitas mensagens, porém o encontro foi demorado. Mas quando aconteceu, tive certeza que era ela. Me cativou no primeiro momento. Pronto, tudo certo. Só esperar meu pequeno príncipe querer nascer.”

Em uma consulta de rotina, quando estava com 35 semanas, Roseline apresentou pressão alta e precisou fazer vários exames. Mesmo com os resultados normais, ela temia que algo acontecesse com seu bebê.

“Um medo gigante tomou conta de mim. Medo de algo acontecer para meu gurizinho, medo de algo acontecer comigo, medo do parto não avançar conforme o esperado. Nesse momento o apoio da medica e da Doula Raquel foram essenciais, o tempo todo me acalmando, dizendo que tudo daria certo.”

Com 37 semanas e 5 dias, ela foi em uma nova consulta de rotina e a médica a informou que alguns de seus exames estavam alterados. Decidiram realização a indução do parto, pois Roseline mostrava sinais de pré eclâmpsia.

“Com um misto de alegria, apreensão e ansiedade fui para casa, peguei a mala e o marido e fomos para a maternidade. Nosso anjo chegaria! Não era dessa forma que eu havia sonhado, mas nesse momento a única coisa que importava era ele ficar bem.”

“Na maternidade, só relaxei quando a doula chegou. Demorou um tempo até irmospara a sala de parto, mas lembro que ela nos tranquilizou de uma forma tão profunda, que eu estava extremamente calma.”

Durante todo o parto, Roseline teve ao seu lado o marido, a doula, sua médica e a enfermeira obstétrica. A equipe criou um ambiente tranquilo, com luzes diminuídas, música relaxante com volume baixo e liberdade para a gestante se movimentar e se alimentar.

“Aos poucos as contrações foram ritmando, minha pressão continuava monitorada e inalterada. Fui ganhando massagens, carinho, sentei na bola de pilates, deitei um pouco. Minha bolsa estourou, tudo continuava progredindo… Exame de toque, 8cm! Não acreditei! Fui para o chuveiro, sentada na bola, as dores intensificaram e a partir desse momento não tenho mais noção do tempo.”

“A vontade de fazer força veio claramente. Sentei na cadeira de cócoras e meu marido ficou atrás me apoiando. Após umas quatro contrações nasceu a razão do meu viver! E eu percebi que não tinha sido como eu sonhava, imaginava, mas muito melhor!”

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